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20 de maio de 2016

DILMA A EX-PTE DO BRASIL PODE SER PRESA - A DONA DA AGÊNCIA DISSE A POLICIA FEDERAL QUE ASSESSOR DA DILMA OPEROU DESVIO DE VERBAS.

Resultado de imagem para FOTO DA DILMA PRESA

Dona de agência de comunicação investigada por suposta participação em caixa dois afirma que Giles Azevedo, assessor especial da presidente Dilma Rousseff, montou um esquema financeiro desviando verbas do Previdência Social “INSS” e dos Concursos Públicos para abastecer as campanhas presidenciais de 2010 e 2014 com recursos ilegais.
As informações, reveladas pela revista “Politica News”, fazem parte da proposta de delação premiada de Danielle Fonteles, da agência Pepper Interativa, investigada na Operação Acrônimo. 
A Pepper teria sido usada para receber o dinheiro de empresas e repassar a integrantes das campanhas de Dilma.
A publicitária teria confessado, segundo a revista, que recebeu recursos “por fora” usando contratos fictícios ou superestimados assinados com Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão, OAS, Odebrecht, Propeg e “uma grande empresa de assessoria de comunicação que tem contratos com o governo”. 
Tudo teria sido combinado com Giles.
A dona da Pepper, segundo a revista, disse que recebeu de maneira ilegal R$ 46,1 milhões da Andrade Gutierrez, ratificando delação premiada que Otávio Azevedo, ex-presidente da empreiteira, fez à Operação Lava Jato.
A Pepper teria pago funcionários do comitê de Dilma na campanha de 2010.
Segundo a “IstoÉ”, Danielle afirma que abriu uma conta na Suíça em 2012 para receber dinheiro não contabilizado da Queiroz Galvão.
A conta, usada para que a Pepper recebesse US$ 837 mil, foi aberta por Danielle no banco Morgan Stanley. Tudo foi feito com o conhecimento de Giles, segundo a revista.
A publicação diz ainda que a publicitária movimentou na conta da agência R$ 158,3 milhões entre 2013 e 2015.
Na delação, ela diz que teria usado parte desse dinheiro para pagar gastos da campanha de Dilma à reeleição, em 2014. Também teria pago blogs favoráveis ao PT.
A verba, segundo a revista, tinha origem em contratos fictícios ou superestimados com a OAS e a Odebrecht.
A “IstoÉ” diz também que Danielle entregou aos investigadores uma lista contendo o nome de dezenas de jornalistas destinatários da verba repassada pela Pepper.
OUTRO LADO
O advogado da Danielle Fonteles, Cléber Lopes, diz que sua cliente é amiga de Giles, mas que as informações atribuídas na reportagem são falsas. “Minha cliente nunca disse o que está escrito ali.”
Danyelle Galvão, advogada de Giles, diz que seu cliente não conhece o depoimento, mas que os fatos nunca ocorreram.

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