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5 de setembro de 2016

A BESTA 666 - O Papa Francisco e a Besta do Apocalipse

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De acordo com os entusiastas das profecias malaquianas o fim do mundo deveria ser protelado para o ano de 2031, ou no máximo 2033, quando o pontificado romano seria ofuscado pelo surgimento de uma nova religião mundial. 

Deveria ter sido assim, não fosse o quase inusitado fato de haver Bento XVI renunciado ao trono de São Pedro. Para aqueles que têm acompanhado o desenrolar das estranhas profecias de São Malaquias através da história do papado romano o fato de Bento XVI haver abdicado do posto de grande líder da igreja católica tem alterado sobremaneira o rumo das coisas.

      É que segundo as famosas profecias atribuídas a São Malaquias, o último Papa a dominar sobre a Sé de Roma seria o próprio Bento XVI, pois conforme essas profecias o sucessor de João Paulo II e, por sua vez, último representante de São Pedro, cujo pontificado deveria ser marcado pelo aparecimento do Anticristo e por uma perseguição religiosa sem precedentes que culminaria com o fim do mundo.

       O problema é que Bento XVI não constava na lista dos Papas que devem liderar a igreja católica segundo a providência de Malaquias, e, portanto, ele surgiu como um estranho no ninho, pelo que teve de renunciar à dignidade tão logo a necessidade o obrigou. Para aquele grupo de apressadinhos, digo os estudiosos de proveta, a renúncia de Bento XVI foi providencial, já que ele teria assumido um lugar que naturalmente não era seu.
       Os especuladores esperavam que o falecido Papa João Paulo II reaparecesse do nada, retornando dos mortos para outra vez empunhar as chaves do Céu, pois como haviam imaginado, o referido Papa era a própria Besta do Apocalipse, o Anticristo, aquele que segundo a Bíblia, os Oráculos das Sibilas e também alguns apocalípticos judaicos deverá retornar à vida para assombrar o mundo.

      Diz-se que na mitra papal está escrito em latim a seguinte legenda: “Vicarivis Fili Dei” = ou “Substituto do Filho de Deus” – Para muitos, um arrogante título que só poderia ser exigido por um falso Cristo. Verdade ou mentira, o fato é que se separarmos desta legenda todas as letras com equivalentes em algarismos romanos e as somarmos o interessante resultado há de ser: 666.
      Até onde sabemos, o Papa João Paulo II ainda não ressuscitou. Mas nem por isso os especuladores se entregam e até usam afirmar que ele ressuscitou há muito tempo. Dizem que esse Papa teria “morrido” durante o atentado que sofrera na Turquia, em exatos 666 dias depois de haver assumido o seu pontificado.

      Não é segredo para ninguém que desde a primeira metade do século passado a Sé de Roma vinha se sentindo ameaçada pela explosão das várias denominações evangélicas através do mundo e que era-lhe necessário fazer algo para outra vez reunir a grei católica e não permitir que a velha profecia acerca de uma nova religião que apareceria para suplantar àquela que sozinha ostentava as chaves de São Pedro. Portanto, nada melhor do que “assassinar” o Papa e logo em seguida devolvê-lo à vida. O povo tem verdadeira devoção por santos martirizados, e se eles retornam à vida então... 

      Mas definitivamente João Paulo II não era a Besta do Apocalipse, e com toda certeza não retornará da morte até que venha o Juízo Final. Que mudou na história desde então? Mas os apressadinhos outra vez se justificam, pois têm se recordado de um mito tão antigo quanto à posição de dormir, ou seja, que o Anticristo vem da descendência judaica. Até onde se sabe, João Paulo II não era de sangue judeu (ou será que o era?). 

       Hah! – a obsessão exclama, pois especula que o mais simpático dos Papas teria gerado um filho com uma mulher judia e que o seu rebento estaria sendo preparado por autoridades romanistas para assumir o trono de seu pai a qualquer momento. Mas é bom que não se demorem mais, pois segundo essa especulação o herdeiro de João Paulo II já está beirando os setenta anos de idade!

     Contudo, agora que Bento XVI não mais esquenta a cadeira dos Papas, todas as atenções se voltam para aquele que o substituiu, o argentino Jorge Mario Bergoglio, primaz da Argentina recentemente eleito como sucessor de São Pedro e que em homenagem ao santo de Assis adotou o nome de Francisco. Desde então ele tem sido com muita segurança apontado como a velha Quimera do Apocalipse, o Anticristo que há de dominar o mundo pela influência de Satanás.

      Como poderemos estar certos disso? Os mais destacados especuladores sabem disso porque descobriram que Bergoglio é o oitavo Papa desde que Roma deixou de ser império e se tornou estado. Afinal, não nos diz o Apocalipse que a Besta é o oitavo rei, alguém que há de dominar o mundo por um pouco de tempo?

      Não bastasse isso, tem vindo à tona (ufa! Até que enfim!) um detalhe realmente interessante. É que segundo as profecias de São Malaquias o último Papa, exatamente aquele que sucedesse a João Paulo II seria identificado como Pedro Romano. 

Mas Bergoglio é comprovadamente argentino! De fato, embora isso não venha ao caso. Uma das mais notáveis características das profecias malaquianas é justamente o indicar aquilo que as pessoas comuns não conseguem perceber.

      Com que nome Jorge Mario Bergoglio assumiu o papado? – Francisco, em homenagem a São Francisco de Assis. Mas esse não era o verdadeiro nome do “Pequeno Francês” como ele mesmo costumava se referir. 

Francisco fora batizado com o nome de Pietro = Pedro, e nascera na Itália em uma época em que Roma ainda era império. Ou seja, ele era cidadão romano! Portanto, foi desta maneira que Bergoglio veio a se tornar o Papa Pedro Romano, tal como anunciara a profecia de Malaquias. 

Enfim a especulação descobriu algo do qual pode se gloriar.

      A questão é: Até quando durará esse fascínio? Está claro que o Papa Romano não é a Besta do Apocalipse! 

Quanto à religião católica, é bom que a analisemos com mais argúcia, porque os romanistas de fato temem ser suplantados pelo aparecimento de uma super religião mundial e hão de usar medidas desesperadas no afã de evitar que a dama do vaticano perca a majestade. 

Para todos os efeitos, o Apocalipse realmente prevê o surgimento de uma poderosa religião que deve abraçar o mundo nos dias do fim. 

Acontece, porém (e a história não nos deixa mentir), que os santos Papas de Roma cometeram hediondos crimes contra a humanidade e hoje estão se assustando com a própria sombra.

      Entretanto, não é com as denominações evangélicas que eles devem se preocupar. Na verdade, o profeta de Patmos nos declara que a religião do futuro atende pelo simbólico nome de Babilônia, a Grande Meretriz. 

Ou seja, o catolicismo romano que outra coisa não é senão a continuação do babilonismo, tanto fará para evitar a própria ruína que acabará se vendendo à causa da verdadeira Besta apocalíptica. 

Tomem nota do que agora vos digo, pois o dia virá em que o Papa de Roma se empenhará em uma campanha pela unificação religiosa em todo o mundo. 

Não agirá sozinho, uma vez que o protestantismo morno de nossos dias logo lhe estenderá a mão.

      O resultado disso será o sincretismo encabeçado pelos carismáticos que darão berço ao espetacular pregador ao qual a Bíblia chama de falso Profeta, aquele que fará tão grandes milagres que se possível enganará até aos escolhidos dentre os filhos de Israel (Me refiro aos 144 mil judeus assinalados no 

Apocalipse). Esse líder religioso é o patrono da Babilônia que trabalhará a espontânea submissão da humanidade ao governo do Anticristo.

      Alexander Hislop (The Two Babylons: As Duas babilônias) foi certamente o mais arguto investigador da história religiosa do mundo e rastreou o mais remoto passado da igreja católica com todas as suas práticas idólatras, e de uma maneira magistral conseguiu demonstrar os rumos tomados pelo babilonismo desde que o seu império tombou sob Ciro da Pérsia. 

Ele nos conta de como os sacerdotes caldeus influenciaram os etruscos que mais tarde haveriam de participar da formação cultural e religiosa de Roma, através de quem tem sobrevivido a Mãe de toda a idolatria que existe na terra.

      A propósito, o escritor Armando Chaves Cohen (Estudos Sobre o Apocalipse) comenta a respeito de uma moeda antiga que fora cunhada em homenagem à igreja católica; nela se vê a efígie de uma mulher segurando uma taça em sua mão direita, sob uma legenda que diz: 

“O mundo inteiro é o seu trono”. Teria sido de propósito? Afinal, não é esta a descrição que o Apocalipse faz da religião mundial do futuro? Ela mesma é quem vai patrocinar e dar todo o suporte ao governo do Anticristo, logo ele que depois de estar firmado em seu trono há de se voltar contra a prostituta, desprezando e perseguindo-a.

      Isso está também previsto nos Oráculos Sibilinos e na profecia de São Malaquias. No primeiro caso, afirma-se que aparecerá um rei pacífico (vejam que a Bíblia realmente diz que o Anticristo deve assinar um acordo de paz com muitos) que no começo favorecerá aos cristãos romanistas. Mas cuidado: o Apocalipse de Elias já alerta que este há de ser um enganoso presente. 

No segundo caso, a profecia de Malaquias afirma que Pedro Romano, ou melhor, o Papa Francisco deverá apascentar o seu rebanho entre muitas tribulações e perseguições. 

Estaria o feitiço se voltando contra o feiticeiro? 

Veja outros exemplos das profecias de São Malaquias sobre a ascensão dos Papas:

“O cubo da mistura” – Bonifácio IX. Da família Tomacelli, originária de Gênoa, na Ligúria, cujo brasão ostentava cubos (misturados).

“O pescador menor” – Xisto IV. Era filho de um pescador e veio da ordem franciscana, conhecida como a menor dentre elas.

“Do grilo de Policiano” – Leão X. Filho de Lourenço de Médici (o símbolo de São Lourenço é um grilo). Ele foi discípulo do Policiano.

“O anjo dos bosques” – Pio V. Seu verdadeiro nome era Miguel (nome de um anjo) e nasceu em uma pequena cidade chamada Bosco- que significa bosque.

      Ao todo, Malaquias teria profetizado a coroação de 122 Papas. O primeiro da lista foi Celestino II que liderou a igreja de 1143 a 1144. Ele foi anunciado como vindo 

“De um castelo do Tibre”. Ele nasceu em Cittá di Castello (Cidade do castelo), um vilarejo às margens do Rio Tibre. O último Papa, segundo Malaquias, deverá ser Pedro Romano, ou Francisco, como tem sido demonstrado. 

A partir de seu pontificado o mundo deverá estar preparado para a noite mais sombria da história. Para uma melhor compreensão da história papal, leia os livros “Os Crimes dos Papas” e “Estranho Mundo dos Profetas.”

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